
A decisão causa revolta em órgãos de segurança
Uma juíza Paula Cardoso Esteves mandou soltar o acusado de balear uma policial civil na cabeça, em 2022. Ela alegou que não houve tentativa de homicídio, afirmando que o acusado disparou para impedir a execução de uma ordem legal.
O réu tem antecedentes criminais por tráfico de drogas, furtos e receptação.
A decisão foi criticada pelas entidades de segurança, que veem o caso como um precedente perigoso.
O Ministério Público discorda da decisão e já interpôs recurso para que o réu seja levado a julgamento pelo Tribunal do Júri. A policial civil ficou gravemente ferida e ainda sofre sequelas.
O caso – Durante a ação, a policial Laline Almeida Larratéa, foi atingida por um tiro. Ela foi encaminhada para o hospital e passou por uma cirurgia para a retirada da bala. (G1)




Qual a credibilidade do judiciário???