O massacre desta semana correu o mundo e chamou a atenção de instâncias internacionais. Nesta sexta, a ONU pediu uma investigação independente ao Ministério Público.

A operação na favela do Jacarezinho não conseguiu chegar à maioria dos 21 investigados por suspeita de aliciar menores para o tráfico. Dessa lista, só três foram detidos e outros três foram mortos. As outras 15 pessoas da mesma lista não constam entre os mortos já identificados e podem ter fugido.
A ação policial terminou com 28 vítimas, uma delas é um policial, que levou um tiro na cabeça e morreu na hora.
A polícia se limita a dizer que 26 dos 27 mortos tinham antecedentes criminais e nega que tenha ocorrido qualquer tipo de execução. Já a OAB contesta: Ontem, depois do silêncio de mais de 24 horas, o governador Cláudio Castro se manifestou para defender a operação que deixou 28 mortos na favela do Jacarezinho. Castro afirma que a reação dos bandidos foi ‘a mais brutal registrada nos últimos tempos’ e que determinou ‘total transparência’ na apuração.
O massacre desta semana correu o mundo e chamou a atenção de instâncias internacionais. Nesta sexta, a ONU pediu uma investigação independente ao Ministério Público.
Ministro Fachin (STF) cobra uma apuração eficaz e enviou ofício às procuradorias da República e do Rio.




