A sugestão da vereadora Iara Castiel para que se cancelasse a leitura de salmos durante abertura das sessões causou polêmica na Câmara. Sob o argumento de que a prática é inconstitucional, pois o Brasil é um Estado laico, ou seja, neutro, que não prega religiões, Iara enfrentou a revolta dos colegas que derrubaram sua proposição. Miguel Bianchini, o único a apoiar a ideia, ainda tentou manter a discussão, afirmando que a decisão estava equivocada, mas o presidente Sandro Palma encerrou a plenária e mandou desligar seu microfone. (e ele adora fazer isso, desligar tudo)
Obs. Iara está correta, mas ela tem que entender que não é possível cortar uma tradição da noite para o dia. Veja o caso dos crucifixos em locais públicos que gerou outra discussão bem maior. A Promotoria pediu que tirassem, mas a Justiça negou, pois entendeu que a exposição deles (marca da religião católica) não ofendia as demais religiões.
E cá pra nós, o salmo vale pelas belas palavras… então, deixa quieto…


