Nenhuma escola de Santiago aderiu integralmente à greve proposta pelo Cpers. A única com professores parados é a Isaías, mas as aulas estão acontecendo normalmente até a hora do recreio. Conforme o professor Renito Bolzan, diretor do núcleo do Cpers, antes da paralisação começar já se sabia que não iria atingir 100%. “Mas ela é necessária como forma de pressionar o governo a atender os pedidos.”


