A OAB assisense, através do presidente Jari Espig, manifesta sua preocupação com a saída do delegado André Pastoriza. “É de se estranhar que, num momento tão crítico para a comunidade, com índices de criminalidade crescendo, ele peça transferência. E mais: Deixa a cidade sem comunicar às autoridades e poderes constituídos. Também é de se estranhar que a Secretaria de Segurança, ciente da necessidade, resolve aceitar o pedido. Por mais competente que seja o substituto temporário, o seu compromisso com a delegacia local é de comparecer uma vez por semana, o que é insuficiente para dar andamento a todas as investigações”, diz o advogado.
No momento, quem responde pelo município é Guilherme Antunes, de Santiago.


