No país dos protestos, a cidade não poderia passar imune. No início desta tarde o alvo foi o hospital São Vicente. Adalberto Cony não gostou da forma que foi atendido, fez um cartaz e foi pra frente do hospital chamar a atenção de quem passava. Ele diz que procurou atendimento para um curativo e não foi atendido, ficando horas na espera. Acabou indo embora, comprou o material e fez o curativo em casa. No cartaz ele ainda disse estar do lado da Administração, mas pede funcionários mais dedicados.



