A dona Hosana Porto Freitas está indignada. Domingo ela foi lavar uns uniformes e quando retirou da máquina tudo estava assim, completamente manchado, sem a mínima condição de uso. Ela diz que o problema já foi comunicado aos meios de comunicações, quando ouviu o gerente da Corsan, dizer que tudo estava resolvido. “Agora fica uma pergunta: quem paga pelos prejuízos e como fica a nossa saúde tomando uma água sem a mínima condição de uso?”, reclama a moradora do bairro Jardim.
Obs. E como “roupa suja se lava em casa”, acreditamos que o gerente deva resolver a questão sem precisar de ajuda de fora.




