
O Sindicato do Ensino Privado (Sinepe) divulgou orientação para que abram as portas nesta segunda, 26, apesar de uma decisão judicial reafirmando que a retomada das aulas está suspensa. O sistema municipal de Porto Alegre também manteve a previsão de retorno, enquanto o governo estadual esperava por esclarecimentos de urgência solicitados à Justiça para decidir os próximos passos.
O presidente do Sinepe, Bruno Eizerik, afirma que as escolas devem receber os alunos apoiadas pelo decreto estadual que autorizou a retomada por meio da flexibilização das regras da bandeira preta do distanciamento controlado.
Insegurança jurídica
O presidente sustentou que o Estado vive uma situação de “insegurança jurídica”. “Há uma instabilidade, uma insegurança jurídica em relação ao Judiciário, com decisões antagônicas que ora apontam para um lado, ora para o outro. Não podemos deixar as famílias e, principalmente, os nossos alunos à mercê dessa insegurança”, disse.



