
A Polícia Federal, O Ministério do Trabalho e Ministério Público fiscalizaram duas propriedades rurais, sendo resgatados sete trabalhadores que vinham sendo mantidos em condições análogas à escravidão.
Eles estavam alojados em ambientes insalubres e participavam da aplicação de agrotóxicos em lavouras de arroz sem o uso de qualquer equipamento de proteção individual.
Os trabalhadores relataram efeitos adversos constantes do contato com o veneno, incluindo tonturas e desmaios. Um dos proprietários de uma das granjas chegou ao local no momento da inspeção e foi autuado em flagrante.






