BRASÍLIA – Mesmo com plano de saúde de 1ª linha, senadores (servidores do Senado e dependentes) têm hospital para atendimento exclusivo em Brasília. Prédio tem dois blocos, conta com mais de 90 profissionais, mas fica quase vazio.
Um cálculo do próprio Senado mostra, por exemplo, que nos fins de semana são atendidas, em média, apenas três pessoas. O gasto para isso chegou, só no ano passado, a R$ 3,5 milhões, ou quase R$ 20 mil por atendimento. E tudo pago pelo bolso do contribuinte, lógico. Enquanto isso, nas filas do SUS…