Na avaliação do presidente, o subordinado “se equivocou”.

O presidente voltou a negar ter feito referência na Polícia Federal no vídeo da reunião de 22 de abril, cujo conteúdo é analisado no inquérito que apura as circunstâncias da queda de Moro. O ex-ministro da Justiça acusa Bolsonaro de tê-lo pressionado a trocar o comando da Polícia Federal no Rio por interesse pessoal.
A versão de Bolsonaro, de que não falou a palavra “Polícia Federal” na reunião, causou uma contradição com a afirmação do ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), que prestou depoimento ontem. Na avaliação do presidente, o subordinado “se equivocou”.
“Vão cair do cavalo. Eu não falo ‘Polícia Federal’, não existe a palavra ‘federal’ em todo o vídeo”, alegou. “Não existe a palavra superintendência. Não existe a palavra investigação sobre filhos. (Uol)



