Grávida, a jornalista foi agredida, assediada moral e sexualmente, e até colocada nua dentro de uma sala escura com uma jiboia, onde foi mantida por horas.

Anos depois de ser vítima de tortura pelo regime militar, Miriam Leitão veio a público revelar o sofrimento vivido nas dependências do quartel do Exército em Vila Velha durante a ditadura militar.
O episódio voltou a ser comentado depois que, na tarde deste domingo (3), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou suas redes sociais para debochar da tortura vivida por Miriam Leitão. “Ainda com pena da cobra”, escreveu.
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