São Paulo – SP – Lisa Dabahdest aproveitou a passagem pelo Brasil para receber uma dose contra a febre amarela em uma unidade básica de saúde. A criadora de conteúdo mora em Los Angeles e contou à Revista Galileu que descobriu o atendimento sem cobrança duas semanas antes do embarque, enquanto pesquisava clínicas particulares.
Segundo ela, a aplicação custaria US$ 400 onde vive. Lisa já planejava conhecer o Brasil, mas a possibilidade de se vacinar aumentou seu interesse. O roteiro incluiu um dia na capital paulista e três no Rio de Janeiro. A experiência apareceu primeiro no TikTok e voltou a circular após a publicação no Instagram.
O reconhecimento
A americana afirmou que pagaria pela dose caso houvesse cobrança, mas agradeceu pelo acesso ao sistema público. “Acho que todos os países deveriam ter um sistema de saúde universal”, declarou. Sua intenção era se preparar para futuras viagens internacionais.
O atendimento a estrangeiros
Conforme as informações da Fiocruz citadas pela revista, a nacionalidade não impede a vacinação nas unidades públicas brasileiras. A aplicação depende da disponibilidade da dose e das orientações sanitárias para cada caso. O SUS também oferece atendimento a turistas, sem cobrança direta pelos serviços, que são financiados com recursos públicos.
(Redação, João Lemes. Fonte: Revista Galileu)
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