São Paulo – SP – A mobilização contra o PL da Dosimetria, realizada de quinta-feira, 8, terminou em confusão e agressões no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco. O ato marcou os três anos dos ataques de 8 de Janeiro e reuniu entidades de esquerda em defesa da democracia e contra qualquer tipo de anistia.
A confusão no salão
Durante o evento, um grupo alinhado à direita entrou no local e passou a provocar os manifestantes. O ex-deputado estadual Douglas Garcia subiu às galerias para gravar vídeos, o que gerou reação imediata. Militantes gritaram “fascista”, rasgaram a camisa dele e o expulsaram do salão.
Pancadaria e acusações
A confusão seguiu no térreo, com a presença do vereador Rubinho Nunes. Houve troca de socos e empurrões diante de policiais, que não intervieram. Rubinho negou agressões e disse que tentou separar a briga. Militantes afirmaram ter sido agredidos pelos políticos.
O ato político
A manifestação foi convocada pelo PT-SP, Centro Acadêmico XI de Agosto e Prerrogativas, com apoio de cerca de 40 entidades. Um manifesto defendeu o 8 de Janeiro como marco da vitória da democracia e reforçou o discurso de “sem anistia” aos condenados pela trama golpista.
Discursos e posicionamentos
O ator Paulo Betti conduziu o ato e pediu mobilização política para manter o veto ao projeto. José Genoíno e o deputado Ricardo Galvão também discursaram. O PL da Dosimetria, aprovado pelo Congresso, pode beneficiar Jair Bolsonaro, que está preso na sede da Polícia Federal.

Fonte: Folhapress
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