Nacional – A equipe econômica enviou o projeto do Orçamento ao Congresso na segunda-feira (31), em meio ao esforço do governo para controlar o crescimento das despesas obrigatórias.
O orçamento
O texto não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. O total destinado ao programa caiu em comparação com os 158,6 bilhões previstos para 2026 e os 167,2 bilhões reservados em 2025.
O benefício está sem correção desde o relançamento do programa, em março de 2023. A legislação permite a revisão dos valores em intervalos de até dois anos, mas o governo entende que a mudança não é obrigatória.
Os adicionais
As famílias podem receber valores extras conforme sua composição: 150 reais por criança de até seis anos; 50 reais por gestante; 50 reais por jovem de sete a 17 anos; e 50 reais por bebê de até seis meses. Os adicionais podem ser acumulados.
Para receber o benefício, a renda mensal por integrante da família deve ser de até 218 reais. Também é necessário manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as exigências de saúde e educação. O programa atendeu cerca de 19,3 milhões de famílias em agosto. O Congresso ainda poderá alterar os valores durante a análise do Orçamento.
(Redação, João Lemes. Fonte: Agência Brasil)
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