O tenente-coronel Mauro Cid terá a carreira congelada enquanto durar a ação penal no STF. Como réu, ele não pode ser promovido nem participar de cursos, transferências ou missões. Afastado do serviço por decisão judicial, ele também pode responder por crime militar. O mesmo acontecerá com outros militares da ativa que se tornarem réus no julgamento do STF em abril.
Além de Cid, o STF tornou réus Jair Bolsonaro e os generais Paulo Sergio Nogueira, Augusto Heleno e Almir Garnier. Como estão na reserva, eles não sofrem impacto imediato, mas podem perder posto e patente em caso de condenação. O general Mário Fernandes, preso preventivamente, também pode virar réu.
Se absolvido, Cid pode pedir ressarcimento para recuperar o tempo perdido e ser promovido rapidamente. No entanto, seu caso é inédito, pois foi o primeiro militar a fazer delação premiada. Se condenado a mais de dois anos pelo STF, perderá patente e posto, e sua família receberá pensão proporcional. Outros oficiais da ativa também correm risco de prejuízo na carreira.
Fonte: O Globo.
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