Brasília, DF – Participantes que viajaram de Santa Catarina para a 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras afirmam que a organização direcionou delegações para áreas da Granja do Torto com estrutura de cocheira e serragem no chão. As mulheres descrevem forte odor, divisórias para animais e limpeza apressada, o que contrasta com a promessa de alojamentos adequados para o evento.
Vídeos mostram retirada de cavalos pouco antes da chegada das delegações. Um mulher afirma que o local ainda recebia atividades com gado menos de duas semanas antes. Outra participante declara que receber mulheres negras em estábulos representa violência simbólica e material. Os relatos indicam que delegações de outros estados enfrentam a mesma situação.
A organização nacional da Marcha afirma que houve logística comunicada. As participantes contestam e dizem que a estrutura entregue não atende o propósito de um encontro marcado pela defesa de dignidade e reparação histórica.
Fonte: Jornal Razão.
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