Brasília, DF – O diretor de Finanças do Dnit Marcos de Brito Campos Júnior pediu demissão ao Ministério dos Transportes após vir à tona que exercia o cargo usando tornozeleira. Ele foi alvo da Polícia Federal na última fase da Operação Sem Desconto e afirmou que deixaria a função para se dedicar à própria defesa. A exoneração foi publicada no Diário Oficial e implica a perda de um salário de R$ 23 mil.
Segundo a Polícia Federal Marcos integrou um esquema de desvio de recursos de aposentados do INSS e atuou como peça central para viabilizar descontos associativos fraudulentos na folha de pagamento. A investigação aponta custeio de passagens aéreas por empresa de fachada ligada a Antonio Carlos Camilo Antunes e o recebimento de R$ 20 mil como pagamento por serviços prestados.
A PF pediu a prisão preventiva do servidor mas o ministro André Mendonça negou a solicitação e impôs medidas cautelares como proibição de contato com investigados e uso de tornozeleira. O Dnit é a autarquia responsável pela infraestrutura de transportes terrestres e aquaviários com orçamento de R$ 11 bilhões e histórico de investigações por corrupção sob influência do Centrão.
Fonte: Metrópoles.
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