Belo Horizonte, MG – Érica Pereira da Silveira Vicente foi inocentada pelo Tribunal do Júri das acusações de homicídio e destruição de cadáver. Os jurados decidiram que a mulher não deve ser punida pela m0rt3 de Everton Amaro da Silva, ocorrida em março do ano passado. Ela enfrentava um processo pesado que incluía a mutilação do pênis do sujeito e a queima do corpo em um mato.
Flagrante de abuso
A ré contou para os juízes que acordou de madrugada com os gritos da filha e encontrou o homem tentando abusar da menina. Segundo o relato, ele estava com as calças baixas e tapava a boca da criança para ela não gritar. Érica reagiu na hora usando uma faca para defender a filha e acabou m4tando o agressor dentro de casa.
Acusação derrubada
O Ministério Público tentou convencer os jurados de que o crime foi planejado e que a mulher teria dopado o sujeito com remédios antes de começar as agressões. A acusação dizia que ela usou faca e pedaço de madeira de forma cruel. No entanto, a defesa sustentou que a mãe agiu desesperada para salvar a pequena e que o homem já vinha mandando mensagens safadas para a guria semanas antes.
Fim do processo
Depois de ouvir os detalhes do caso, o Conselho de Sentença decidiu afastar qualquer crime e absolver a mãe. O corpo de Everton tinha sido levado para uma área de mato com a ajuda de um jovem e incendiado logo após o fato. Com a decisão do júri de Belo Horizonte, o caso foi encerrado considerando que a atitude de Érica foi para proteger a vida e a dignidade da filha.
Veja o momento da decisão:
Fonte: Tribunal de Justiça de MG.
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