Nacional – O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, abriu o jogo sobre como pretende lidar com as riquezas minerais do Brasil. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele defendeu que países interessados nas chamadas “terras raras” venham para cá, mas com a condição de que tragam e transfiram tecnologia para o solo brasileiro.
A troca de minério por tecnologia
O parlamentar questionou o modelo atual de exportação, onde o Brasil envia navios carregados de minério bruto e compra de volta produtos eletrônicos caros. Para Flávio Bolsonaro, o interesse mundial por esses elementos químicos — essenciais para fabricar desde carros elétricos até inteligência artificial — deve servir de moeda de troca para que a indústria brasileira aprenda a fabricar esses produtos aqui dentro.
O comércio sem ideologia
O presidenciável também deixou claro que pretende negociar com grandes potências, como Estados Unidos e China, sem distinção. Ele reforçou que o objetivo é garantir a soberania nacional e a manutenção de serviços que deram certo, como o Pix. O foco, segundo o senador, é transformar o Brasil de um simples exportador de matéria-prima em um centro de inovação tecnológica.
O interesse americano em Goiás
O assunto ganha força após a empresa americana USA Rare Earth desembolsar cerca de 14 bilhões de reais para comprar a companhia Serra Verde, em Goiás. A empresa goiana é estratégica por ser a única fora da Ásia a produzir elementos magnéticos essenciais em larga escala. Esse movimento mostra que o Brasil já está no radar da briga global pela liderança na tecnologia do futuro.
Redação, João Lemes; Fonte: Correio Braziliense 🇧🇷
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