Os generais do Alto Comando do Exército, com quatro estrelas, perderam espaço no governo de Lula. Entre os promovidos desde 2011, apenas Marcos Antonio Amaro dos Santos ocupa cargo de confiança na atual administração, contrastando com 16 nomeações no governo Jair Bolsonaro, incluindo Braga Netto, preso em investigação sobre tentativa de golpe.
A relação entre o governo Lula e os militares é marcada por desconfianças. Atritos surgiram na primeira gestão do petista, especialmente após o Exército enaltecer a ditadura de 1964. Nomeações de líderes civis para o Ministério da Defesa, como José de Alencar e Nelson Jobim, ajudaram a melhorar o diálogo, estratégia que pode se repetir com possíveis substituições no cargo.
Pesquisadores avaliam que o governo Lula busca reverter a politização vista na gestão Bolsonaro, quando militares ganharam protagonismo político. O atual comando militar estaria empenhado em focar nas funções tradicionais das Forças Armadas, promovendo soberania e integridade nacional, e evitando a vinculação partidária.
Fonte: O Globo.
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