Militares bolsonaristas apontaram o general Valério Stumpf Trindade como informante de Alexandre de Moraes, e Lula considerou ele para liderar o Exército. Ao lado de Tomás Paiva, atual comandante, e Júlio Cesar de Arruda, Stumpf figurava entre os nomes mais cotados no início de 2023. Paiva foi escolhido após um discurso em defesa do respeito ao resultado eleitoral, enquanto Stumpf, ex-chefe do Comando Militar do Sul, entrou para a reserva em abril do mesmo ano.
Mensagens interceptadas pela Polícia Federal citaram Stumpf como um “leva e traz” de informações para Alexandre de Moraes. Conversas entre militares apontaram seu nome em supostas negociações para informar o ministro sobre planos golpistas. Stumpf e outros generais que se opuseram a um possível golpe foram alvos de ataques virtuais e acusações de traição por parte de apoiadores de Jair Bolsonaro.
Antes de sua aposentadoria, Stumpf recebeu a Ordem do Mérito do Ministério Público do Rio Grande do Sul por serviços prestados à cultura jurídica do estado. Ele também ocupou cargos de destaque, como secretário-executivo do Gabinete de Segurança Institucional no governo Temer. A Polícia Federal identificou a resistência de Stumpf e outros oficiais ao golpe como motivo para os ataques recebidos.
Fonte: Metrópoles.
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