Valério Stumpf Trindade – general gaúcho da reserva – se tornou alvo de críticas nas redes sociais. Ele foi acusado por apoiadores da tentativa de golpe militar de 2022 de impedir a continuidade de Jair Bolsonaro no poder. (Do texto de Humberto Trezzi – de GZH)
Contexto
Stumpf foi mencionado em um relatório da Polícia Federal. Nele, é descrito como alguém que impediu uma ruptura política, recusando-se a impedir a posse de Lula.
Stumpf é como a maioria dos colegas: uma vez militar, sempre milico, mesmo aposentado. E teve de voltar a campo para se defender dos ataques. O pecado foi tentar impedir que o Brasil mergulhasse mais uma vez numa espiral de violência nas ruas em decorrência da ruptura institucional.
Histórico do general
Nascido em São Gabriel, Stumpf tem uma carreira notável no Exército. Ele participou de missões da ONU em guerras civis na Angola e na antiga Iugoslávia nos anos 90. Foi chefe do Estado-Maior do Exército e adido militar em Londres.
Repercussão e ataques
A partir do momento em que expressou sua posição contrária à ruptura, começou a ser atacado nas redes sociais. Sua filha também foi alvo de ofensas. A acusação central é de que ele seria um traidor por não apoiar um golpe.
Defesa da legalidade
Stumpf defendeu a continuidade democrática e evitou que o país caísse em um cenário caótico, com violência e boicotes internacionais. Ele segue firme em sua postura, acreditando que agiu corretamente ao proteger a democracia.
Conclusão
A história de Stumpf ilustra o papel complexo dos militares em tempos de crise política. Enquanto alguns o consideram traidor, outros veem seu compromisso com a legalidade como uma virtude necessária.
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