São Paulo – SP – (Região Sudeste) – Maurício Martiniano, do Google Campus, aponta o Brasil como peça importante na nova corrida global da inteligência artificial. A empresa decidiu usar o país como base para criar, testar e expandir soluções. A mudança mostra que o mercado brasileiro deixou de ser só consumidor e passou a produzir tecnologia.
Ambiente favorável
Três fatores pesam nessa escolha. O primeiro é o comportamento do brasileiro, que adota novidade rápido. Isso facilita testes e ajustes de produtos. O segundo é o crescimento do setor. O número de startups de IA triplicou em 10 anos. O terceiro é o dinheiro. Investidores estão colocando recursos nesse tipo de negócio.
Disputa global
Com esse cenário, o Brasil entra de vez na briga por inovação. Empresas do mundo inteiro buscam locais onde dá para crescer rápido. Ter gente empreendendo, consumidor ativo e investimento disponível vira vantagem forte.
Plano do Google
O Google quer fortalecer startups chamadas AI-First. São empresas que já nascem com a inteligência artificial no centro. A ideia é oferecer apoio, conexão com o ecossistema e acelerar o crescimento desses negócios.
Estrutura no país
O plano ganha força com a reabertura do Google Campus em São Paulo. O local deve funcionar junto ao novo centro de engenharia da empresa. A proposta é criar um ambiente onde startups possam se desenvolver e ganhar escala.
Fonte: Exame
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