São Paulo – SP – A polícia e o Ministério Público fazem hoje uma operação para desmantelar uma quadrilha que tentava aplicar um golpe de 845 milhões de reais. O alvo do grupo era a herança de João Carlos Di Genio, o dono da Unip e do Objetivo, que m0rreu em 2022. Estão sendo cumpridos nove mandados de prisão e 15 de busca em várias cidades paulistas, como Barueri e Guarulhos.
Papéis falsificados
Os investigadores descobriram que o grupo fabricou um contrato de compra e venda de imóveis com a assinatura do empresário falsificada. Esse documento, feito pouco antes de ele m0rrer, servia para fingir que Di Genio tinha uma dívida gigantesca com o bando. Para dar um ar de verdade na história, os sujeitos criaram até processos de fachada e usaram testemunhas que nem existem.
Como funcionava o esquema
O bando era bem organizado e dividido em grupos. Alguns cuidavam da papelada falsa através de uma empresa colonizadora, enquanto outros fingiam ser de uma entidade de mediação para validar a cobrança na marra. Teve até gente atuando como se fosse “juíza” para dar sentenças simuladas e tentar enganar o Poder Judiciário e os herdeiros.
Justiça no rastro
O juiz que autorizou as prisões disse que os envolvidos já são conhecidos por falsificar documentos e assinaturas. Além das prisões, a Justiça bloqueou as contas bancárias e os bens dos investigados para garantir que o dinheiro da herança não suma. Os advogados dos presos ainda não se manifestaram sobre as acusações.
Redação, João Lemes; Fonte: Estadão Conteúdo e GZH
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