São Gonçalo – RJ – A estudante Alana Rosa, de 20 anos, resolveu quebrar o silêncio e mostrar as marcas da brutalidade que sofreu por simplesmente recusar um pedido de namoro. Em um vídeo que emocionou as redes sociais, a jovem, que levou 15 facadas de um sujeito que não aceitou o “não”, convocou a população para uma manifestação no dia 15 de abril, data da audiência do caso. “A gente precisa abrir mão da privacidade para cobrar que a justiça seja feita”, desabafou a moça, que chegou a ficar em coma e respirar por aparelhos.
Invasão e perseguição
O crime aconteceu em dezembro do ano passado, quando Luiz Felipe Sampaio, de 22 anos, invadiu a casa de Alana. Segundo a família, o sujeito era um vizinho que cismou com a jovem e vivia mandando presentes e mensagens, mesmo ela dizendo educadamente que estava focada nos estudos para passar em Medicina. Como ele não conseguiu o que queria no “gogó”, partiu para a violência covarde dentro do lugar onde a vítima deveria estar mais segura: o seu próprio quarto.
A luta pela punição
Luiz Felipe está guardado preventivamente e responde por tentativa de feminicídio. A mãe de Alana, dona Jaderluce, agradeceu aos médicos que salvaram a filha e reforçou que o agressor nunca teve nada com a jovem, sendo apenas um perseguidor que não respeitou a vontade dela. Agora, a família quer que a pena seja pesada para que o caso não caia no esquecimento e sirva de exemplo contra quem acha que mulher é propriedade.
E você? O que pensa de um sujeito que se acha no direito de tirar a vida de alguém só porque não foi correspondido? O sonho de uma sociedade livre não nasce do medo, mas sim do respeito ao “não” de cada mulher. Lugar de covarde que resolve briga na faca é no xilindró, e por muito tempo, para aprender que o corpo da outra não é território de conquista à força.
Redação, João Lemes; Fonte: Estadão 🚔São Gonçalo – RJ – A estudante Alana Rosa, de 20 anos, resolveu quebrar o silêncio e mostrar as marcas da brutalidade que sofreu por simplesmente recusar um pedido de namoro. Em um vídeo que emocionou as redes sociais, a jovem, que levou 15 facadas de um sujeito que não aceitou o “não”, convocou a população para uma manifestação no dia 15 de abril, data da audiência do caso. “A gente precisa abrir mão da privacidade para cobrar que a justiça seja feita”, desabafou a moça, que chegou a ficar em coma e respirar por aparelhos.
Invasão e perseguição
O crime aconteceu em dezembro do ano passado, quando Luiz Felipe Sampaio, de 22 anos, invadiu a casa de Alana. Segundo a família, o sujeito era um vizinho que cismou com a jovem e vivia mandando presentes e mensagens, mesmo ela dizendo educadamente que estava focada nos estudos para passar em Medicina. Como ele não conseguiu o que queria no “gogó”, partiu para a violência covarde dentro do lugar onde a vítima deveria estar mais segura: o seu próprio quarto.
A luta pela punição
Luiz Felipe está guardado preventivamente e responde por tentativa de feminicídio. A mãe de Alana, dona Jaderluce, agradeceu aos médicos que salvaram a filha e reforçou que o agressor nunca teve nada com a jovem, sendo apenas um perseguidor que não respeitou a vontade dela. Agora, a família quer que a pena seja pesada para que o caso não caia no esquecimento e sirva de exemplo contra quem acha que mulher é propriedade.
E você? O que pensa de um sujeito que se acha no direito de tirar a vida de alguém só porque não foi correspondido? O sonho de uma sociedade livre não nasce do medo, mas sim do respeito ao “não” de cada mulher. Lugar de covarde que resolve briga na faca é no xilindró, e por muito tempo, para aprender que o corpo da outra não é território de conquista à força.
Redação, João Lemes; Fonte: Estadão 🚔
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