Nacional – A aliança em torno de Hugo Motta e Davi Alcolumbre pode servir de base para a sustentação do próximo mandato, segundo reportagem de GZH. Os presidentes da Câmara e do Senado articulam suas reeleições com partidos de esquerda e do centro, numa tentativa de reduzir a força da oposição ligada ao PL.
A negociação por cargos
Arthur Lira, senador eleito pelo PP de Alagoas, é um dos nomes com quem o Planalto pretende se reaproximar. A manutenção de indicações no governo dependeria de apoio nas votações. No PSD, Gilberto Kassab espera pelo menos três ministérios. Lula, por sua vez, quer compromissos mais firmes das siglas que participarem da equipe.
As decisões pendentes
Antes de definir os ministros, o presidente pretende aprovar a medida que proíbe o funcionamento das bets e a proposta de mudança na segurança pública. Também quer encaminhar uma indicação ao Supremo. Rodrigo Pacheco aparece como favorito na reportagem, mas a escolha ainda não está confirmada.
As mudanças previstas
Entre os planos estão a criação de um Ministério do Idoso e de uma secretaria de comunicação digital. Essa secretaria seria inspirada na mobilização organizada durante a campanha, com participação de André Janones. A proposta é manter contato com apoiadores, ouvir demandas e pressionar o Congresso.
Os nomes gaúchos
Paulo Pimenta pode perder espaço após o resultado eleitoral no RS, enquanto Edegar Pretto ganhou força entre os cotados para um ministério. O PT gaúcho apresentou seu nome a Lula, destacando que ele abriu mão da candidatura ao governo, foi vice de Juliana Brizola e coordenou a campanha presidencial no Estado. As nomeações seguem em negociação.
(Redação, João Lemes. Fonte: GZH)
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