Militares gaúchos estão se preparando para duas missões na região Norte do Brasil, em áreas de tensão na fronteira com a Venezuela e a Guiana. (GZH)
Em agosto, mais de 450 militares, a maioria do RS, participarão da Operação Acolhida em Roraima, ajudando refugiados venezuelanos que entram no Brasil por motivos políticos ou econômicos.
Já a partir de 28 de maio, 150 militares da Cavalaria Mecanizada gaúcha reforçarão o patrulhamento na fronteira entre Roraima e a Guiana, devido a disputas territoriais entre a Venezuela e a Guiana pela região de Essequibo, rica em petróleo.
O envio de tropas brasileiras serve como forma de dissuasão e busca amenizar as tensões na região.
São 358 do Exército, 70 da Marinha e 35 da Força Aérea (FAB), informa o chefe do Comando Militar do Sul (CMS), general Hertz Pires do Nascimento. Ele pessoalmente deve embarcar junto com essa tropa, que permanecerá em Roraima de 14 de agosto deste ano a 14 de janeiro de 2025. As tropas serão de unidades variadas (infantaria, engenharia, logística), mas subordinadas à 3ª Divisão de Exército, com sede em Santa Maria.



