Nacional – Ao justificar a decisão do dia 11, o presidente do TSE afirmou que a proximidade do segundo turno, marcado para 25 de outubro, exigia uma resposta urgente para evitar prejuízos ao equilíbrio da disputa.
As acusações
Segundo a candidatura do PL, o canal foi criado pelo deputado André Janones (Rede-MG) para espalhar desinformação sobre o Bolsa Família e as aposentadorias. O ministro considerou que o grupo reproduzia conteúdos já julgados falsos pelo tribunal, incluindo afirmações de que Flávio reduziria aposentadorias e apoiaria a retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
Para Nunes Marques, a liberdade de expressão não permite práticas eleitorais ilegais. Ele também defendeu condições iguais de disputa entre os candidatos e afirmou que cada hora de funcionamento ampliava a exposição dos eleitores aos conteúdos questionados.
A resposta de Janones
O deputado disse que o canal servia para mobilizar e orientar apoiadores durante o segundo turno. Afirmou que não havia publicado nenhuma notícia e que estava apenas reunindo participantes, ampliando páginas e explicando como o trabalho funcionaria. Para ele, o pedido de suspensão foi motivado por “medo”.
O processo
A ação apresentada pela campanha de Flávio também pede a cassação do mandato de Janones. No dia 10, o relator Ricardo Villas Bôas Cueva solicitou informações complementares ao candidato. A ordem de suspensão do canal não representa uma decisão sobre a cassação.
(Redação, João Lemes. Fonte: Agência Brasil)
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