Brasília – DF – Durante um evento conservador nos Estados Unidos, o deputado federal afirmou que estava gravando um vídeo para mostrar ao pai. O problema é que, pelas regras da prisão domiciliar, o ex-presidente está proibido de ter acesso a aparelhos celulares e redes sociais.
Restrições severas
O ex-presidente recebeu alta hospitalar na última sexta-feira e foi transferido para casa, onde cumpre prisão domiciliar após duas semanas de internação por problemas de saúde. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e vinha cumprindo a pena na Papudinha. Para permanecer em casa, Moraes impôs condições rigorosas: uso de tornozeleira eletrônica, proibição total de internet e telefone, além de visitas limitadas e relatórios diários de monitoramento.
Olho vivo da Corte
A determinação de Moraes acendeu o sinal de alerta sobre uma possível quebra de protocolo ou facilitação de comunicação externa. O ministro quer entender como Eduardo Bolsonaro pretendia exibir o conteúdo gravado, já que qualquer contato com tecnologia de comunicação pode ser interpretado como descumprimento das medidas cautelares. Se a explicação não convencer ou se ficar provado que as regras foram burladas, o benefício da prisão domiciliar pode sofrer novas restrições ou até ser revogado.
Futuro incerto
A defesa agora corre contra o tempo para protocolar a justificativa no STF. Enquanto isso, o monitoramento sobre a residência do ex-presidente segue intensificado. O episódio mostra que o STF está de olho em cada passo e em cada fala dos familiares que possam indicar uma brecha no isolamento tecnológico imposto pela justiça.
Redação, João Lemes; Fonte: CNN 🚔
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