O Banco Central iniciou os testes do Drex em 2024. Essa nova versão digital do real será uma infraestrutura inovadora no sistema financeiro brasileiro, indo além do Pix. Diferentemente das transferências instantâneas promovidas pelo Pix, o Drex permitirá transações avançadas, como operações de câmbio e negociação de ativos digitais. A conclusão da primeira fase dos testes marcou o fim de 2024.
Em 2025, o projeto Drex busca validar 13 casos de uso com participantes do piloto. O objetivo é avaliar vantagens e desafios, como a interoperabilidade entre sistemas financeiros e a privacidade dos dados. O Banco Central destaca o potencial do Drex para inaugurar uma era de tokenização no setor bancário, prometendo inovações além da centralização tradicional.
O Drex não substitui o Pix, mas complementa o sistema financeiro com funções distintas. Enquanto o Pix facilita transferências entre contas bancárias, o Drex atenderá especialmente empresas financeiras, permitindo operações mais complexas sem intermediários. A nova plataforma visa ampliar a digitalização e a eficiência nas transações econômicas.
Fonte: FDR.
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