O PCC utiliza aviões particulares de pequeno porte para enviar cocaína ao exterior, principalmente à Europa. Esse esquema gera lucros elevados, pois o valor da droga em solo europeu pode ser até 10 vezes maior do que no Brasil. A organização investe no transporte para garantir que a carga chegue intacta ao destino, maximizando os ganhos.
A Polícia Federal interceptou diálogos entre Willian Barile Agati, conhecido como Senna, e dois comparsas identificados como Don Corleone e Pato Donald. As conversas revelam detalhes sobre o alto valor movimentado pelo PCC no tráfico internacional. Senna foi preso em janeiro e, em março, transferido para a penitenciária de segurança máxima em Brasília, onde também está Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção.
Em novembro de 2020, dois pilotos receberam R$ 800 mil cada para transportar 1 tonelada de cocaína à Bélgica, onde a carga seguiria por via terrestre até a Inglaterra. Relatórios policiais indicam que o poder econômico do PCC permite o pagamento de propina para facilitar o desembarque da droga. No aeroporto da capital belga, funcionários foram subornados para evitar problemas no descarregamento.
Fonte: Metrópoles.
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