Carmo do Paranaíba – MG – (Região de Patos de Minas) – A confirmação oficial veio neste domingo (10), tratando de um morador de 46 anos que perdeu a vida ainda em fevereiro. Ele trabalhava em uma lavoura e acabou pegando a doença após ter contato com roedores silvestres. As autoridades de saúde já avisaram que esse caso não tem nada a ver com aquele surto no navio que saiu da Argentina.
Perigo vem do mato e da sujeira
A hantavirose é uma doença traiçoeira e muito brava. A pessoa acaba ficando doente ao respirar a poeira que sobe da urina, das fezes ou da saliva de ratos do mato infectados. Também dá para pegar o vírus por mordidas ou se o sujeito estiver com algum corte na pele e encostar no que está contaminado. No ano passado, o país registrou 35 casos e 15 mortes, o que mostra que o bicho pega mesmo.
Sintomas e evolução da doença
O sujeito começa sentindo uma febre forte, cansaço, dor no corpo e na cabeça. Se a coisa não for tratada logo, pode virar um problemão no peito e no coração, dificultando a respiração. Como não existe um remédio específico para matar o vírus, o jeito é cuidar da saúde no hospital assim que os primeiros sinais aparecem. Atualmente, o Brasil já soma sete casos confirmados em 2026, mas todos isolados.
Prevenção é o melhor remédio
Para não passar por esse sofrenaço, a dica é manter a comida bem guardada e o lixo longe de casa. Quem tem galpão ou paiol que fica muito tempo fechado deve abrir tudo e deixar ventilar bem antes de entrar, para o ar renovar.
Redação, João Lemes; Fonte: Ministério da Saúde
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