O Congresso discute uma PEC que altera o modelo de trabalho atual de seis dias de trabalho e um de descanso. A proposta sugere a mudança para cinco dias de trabalho e dois de folga, ou até mesmo quatro dias de trabalho e três de folga, como defendido pela deputada Érika Hilton (PSOL/SP). O objetivo é reduzir a jornada semanal para 36 horas. Atualmente, a proposta tem 71 das 171 assinaturas necessárias para ser protocolada.
Argumentos de defesa
A deputada Érika Hilton argumenta que a jornada 6×1 é desumana, privando os trabalhadores de tempo para atividades pessoais e familiares, além de limitar oportunidades de qualificação profissional ou busca por um segundo emprego. Ela está ativamente engajada nas redes sociais para obter apoio parlamentar à PEC.
Contexto legal e social
Segundo a CLT, a jornada de trabalho no Brasil não deve exceder oito horas diárias e 44 horas semanais, com possibilidade de ajustes mediante acordos coletivos. A proposta de redução visa promover uma melhor qualidade de vida e dignidade para os trabalhadores, desafiando o modelo atual que é visto como uma restrição à liberdade e bem-estar dos empregados. Também há muitos trabalhadores com a saúde mental agravada devido ao estresse.
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