A agência teria rastreado centenas de celulares ligados ao STF, incluindo servidores, advogados, policiais e ministros.
Investigações revelam que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), durante o governo Bolsonaro, monitorou ilegalmente jornalistas, políticos e ministros do STF através de rastreamento de celulares.
A investigação identificou 33.000 acessos de localização telefônica.
Dois funcionários são investigados por usar o conhecimento do uso indevido do sistema como meio de coerção indireta.
A operação da Polícia Federal resultou em prisões, afastamentos e buscas em cinco estados.
A Abin afirmou ter colaborado com as autoridades e que a ferramenta foi descontinuada em maio de 2021.
Poder 360



