Silvinei amplia lista de bolsonaristas que fugiram por medo da cadeia

O ex-diretor da Federal Silvinei Vasques entra para a lista de condenados que cruzaram a fronteira

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Brasília – DF – (Região de Brasília). A prisão de Silvinei Vasques no Paraguai nesta sexta-feira (26) aumentou a lista de aliados do ex-presidente Bolsonaro que tentaram escapar da Justiça. O ex-diretor da Federal rompeu a tornozeleira no Natal para fugir, seguindo o caminho de outros nomes conhecidos que foram condenados pelo Supremo. Silvinei recebeu uma pena de 24 anos e seis meses de prisão por atrapalhar eleitores no Nordeste durante a eleição de 2022.

A fuga de Alexandre Ramagem

Outro nome que buscou refúgio fora do Brasil foi o ex-deputado Alexandre Ramagem, condenado a 16 anos por crimes ligados à tentativa de golpe. Ele saiu de forma clandestina pela fronteira com a Guiana em setembro e usou um passaporte diplomático para entrar nos Estados Unidos. Ramagem, que dirigiu a Abin, teve o mandato cassado e o governo brasileiro já pediu a sua extradição para que ele cumpra a pena em regime fechado.

Zambelli presa na Itália

A ex-deputada Carla Zambelli também fugiu em junho após ser condenada a 10 anos de prisão por invadir sistemas do Judiciário. Ela foi acusada de coordenar um plano para forjar um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. A sorte da parlamentar acabou em julho, quando foi presa pela polícia italiana em Roma. Agora, a Justiça da Itália analisa se manda a brasileira de volta para enfrentar a cadeia no país.

Blogueiro foragido nos EUA

Allan dos Santos é considerado foragido desde 2020 e vive atualmente nos Estados Unidos. Ele foi condenado por calúnia e difamação, além de ser alvo de inquéritos que apuram ataques contra ministros e o financiamento de atos contra a democracia. O blogueiro já sofreu uma multa de mais de 7 milhões por descumprir ordens judiciais e continua usando a internet para atacar o Supremo mesmo morando no exterior.

Aperto no cerco judicial

Com as recentes fugas, o ministro Alexandre de Moraes determinou novas prisões domiciliares e o uso de tornozeleira para outros 10 condenados que ainda estão em solo brasileiro. A intenção é evitar que mais pessoas repitam o gesto de Silvinei ou Ramagem. A polícia e o Exército agora monitoram de perto os passos dos réus para garantir que as penas de prisão sejam cumpridas conforme as decisões do tribunal.

Fonte: Redação João Lemes/ Estadão

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