Nacional – O Supremo está com uma cadeira vaga desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. O presidente da República indica o nome para a vaga, mas o Senado precisa aprová-lo após sabatina na Comissão de Constituição e Justiça.
Os atuais ministros se aposentam obrigatoriamente aos 75 anos. A próxima saída prevista é a de Luiz Fux, em abril de 2028. Abaixo, confira quem indicou cada integrante, em que ano e quando deve deixar o tribunal.
As indicações
Gilmar Mendes — indicado por Fernando Henrique Cardoso em 2002. Saída prevista para 30 de dezembro de 2030.
Cármen Lúcia — indicada por Lula em 2006. Saída prevista para 19 de abril de 2029.
Dias Toffoli — indicado por Lula em 2009. Saída prevista para 15 de novembro de 2042.
Luiz Fux — indicado por Dilma Rousseff em 2011. Saída prevista para 26 de abril de 2028.
Edson Fachin — indicado por Dilma Rousseff em 2015. Saída prevista para 8 de fevereiro de 2033.
Alexandre de Moraes — indicado por Michel Temer em 2017. Saída prevista para 13 de dezembro de 2043.
Kássio Nunes Marques — indicado por Jair Bolsonaro em 2020. Saída prevista para 16 de maio de 2047.
André Mendonça — indicado por Jair Bolsonaro em 2021. Saída prevista para 27 de dezembro de 2047.
Cristiano Zanin — indicado por Lula em 2023. Saída prevista para 15 de novembro de 2050.
Flávio Dino — indicado por Lula em 2024. Saída prevista para 30 de abril de 2043.
A vaga de Barroso continua aberta após o Senado rejeitar, em abril, a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias. A Constituição não define mandato para ministros do STF, mas estabelece a aposentadoria aos 75 anos. Até o fim de 2030, além da cadeira vaga, devem abrir postos com as saídas de Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

(Redação, João Lemes. Fonte: GZH)
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