Com um aumento significativo no consumo de proteína animal. a produção interna não está acompanhando esse aumento na demanda, levando a um aumento nas importações de carne.
O Brasil é um dos principais fornecedores de carne para a China, com um terço das importações de carne chinesa vindo do Brasil.
Apesar de surtos de febre suína africana terem afetado a produção de carne na China em 2019, o consumo se recuperou rapidamente e atingiu um recorde de 70,2 kg per capita em 2022. A carne suína ainda representa a maior parte do consumo de carne na China, seguida pela carne de frango e carne bovina.
A mudança nos hábitos alimentares dos jovens nas grandes cidades chinesas, que estão mais conectados com o resto do mundo, tem impulsionado o aumento do consumo de carne. Se essa tendência continuar, a China poderá ultrapassar a média de consumo de carne de países como Japão, África do Sul e México até 2031, o que é uma boa notícia para os produtores de carne brasileiros.
No entanto, o estudo também considera um declínio no crescimento da renda das famílias chinesas, o que poderia afetar o consumo no longo prazo. Mesmo assim, o aumento na demanda por carne chinesa é uma oportunidade promissora para o Brasil e sua indústria de carne.
Fonte: gazetadopovo



