Valência – Espanha – A fisioterapeuta Helen Lidiane Schmidt, natural de São Pedro do Sul, vive há cinco anos em Valência, onde registrou a enchente histórica que afeta a cidade desde 29 de outubro. O aumento rápido das águas, observado do 4º andar do prédio onde reside, pegou a população de surpresa, ocorrendo no horário em que muitos retornavam do trabalho. As garagens, em dois andares, funcionaram como funis, acumulando detritos e vítimas que tentavam resgatar seus veículos.
Na região de Valência, a enchente atingiu principalmente cidades pequenas, deixando muitas pessoas idosas e moradores do primeiro piso em situações críticas. Em um prédio próximo, foram encontrados corpos, incluindo o de um policial. Em meio ao caos, locais não afetados na cidade ainda possuem água, gás e eletricidade, mas há dificuldades de deslocamento e colapso nas poucas entradas e pontes.

Mais de mil soldados e unidades de resgate estão mobilizados para buscar corpos e possíveis sobreviventes. Helen, como outros moradores, engaja-se na ajuda aos vizinhos afetados, prepara alimentos e lava roupas que ainda têm utilidade. A ajuda mútua entre a população local traz um pouco de esperança diante do cenário de devastação.
Fonte: Gazeta Hoje.
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