A Polícia de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) prendeu quatro fugitivas dos ataques de 8 de janeiro ao tentarem entrar ilegalmente no país. Três delas foram capturadas em 21 de janeiro, um dia após a posse de Donald Trump, que prometeu deportações em massa. As presas aguardam expulsão para seus países de origem.
As fugitivas saíram do Brasil em 2024 e se estabeleceram na Argentina. Com pedidos de extradição do STF, seguiram para os EUA buscando refúgio político. Percorreram rotas pela América Latina até a captura na fronteira.
Raquel Souza Lopes (Joinville – SC)
Condenada a 17 anos por crimes como golpe de Estado e dano ao patrimônio público. Fugiu do Brasil em abril de 2024 e passou por Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México antes de ser presa em 12 de janeiro ao tentar entrar nos EUA por La Grulla, Texas.
Rosana Maciel Gomes (Goiânia – GO)
Condenada a 14 anos e alvo de dois mandados de prisão. Deixou o Brasil em janeiro de 2024 e seguiu para o Uruguai e Argentina. Foi presa em 21 de janeiro ao tentar entrar nos EUA por El Paso. Sua defesa alega que não participou de atos violentos.
Michely Paiva Alves (Limeira – SP)
Ré por cinco crimes relacionados ao 8 de janeiro. Organizou e financiou um ônibus para Brasília. Fugiu para a Argentina em setembro de 2024 e passou por Peru, Colômbia e México. Foi presa em 21 de janeiro ao tentar entrar nos EUA por El Paso.
Cristiane da Silva (Balneário Camboriú – SC)
Garçonete condenada a um ano de prisão por associação criminosa e incitação ao crime. Fugiu para Buenos Aires em junho de 2024 e seguiu para os EUA com outros militantes. Foi presa em 21 de janeiro ao tentar cruzar a fronteira por El Paso.
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