Teerã – Irã – O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou nesta terça-feira que o país não quer que a guerra continue e está pronto para um aperto de mãos, mas com uma condição: quer garantias reais de que não sofrerá novas agressões. Em conversa com líderes europeus, ele reclamou que os Estados Unidos atacaram o Irã justamente enquanto eles tentavam conversar, o que mostra que Washington não estaria muito a fim de diplomacia.
O nó no combustível
O Estreito de Ormuz continua fechado para os navios de países que o Irã considera inimigos. Pezeshkian avisou que qualquer tentativa de meter o bico por lá vai ter consequências perigosas. Enquanto isso, o presidente americano Donald Trump soltou o verbo nas redes sociais, dizendo que os países que precisam de petróleo que “criem coragem” e vão lá buscar por conta própria, porque os EUA não vão mais fazer o serviço de graça para ninguém.
Céu riscado por bombardeiros
A situação esquentou de vez quando, pela primeira vez desde que a briga começou em fevereiro, aviões gigantes dos Estados Unidos, os bombardeiros B-52, começaram a voar sobre o território do Irã. O secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, mandou o recado: o Irã que seja sábio e aceite o acordo logo, ou o “pau vai comer” com ainda mais força nos próximos dias.
A decisão final
Mesmo com o Irã diminuindo o disparo de mísseis nas últimas horas, os americanos dizem que a guerra só acaba quando o Trump decidir que os objetivos militares foram cumpridos. A Europa, por outro lado, diz que não apoia a pancadaria e quer que tudo se resolva na conversa para evitar que a economia do mundo todo vá para o ralo. Como diz o ditado, “cusco mordido de cobra tem medo de linguiça”, e o mundo inteiro está ressabiado com o rumo desse conflito.
Redação, João Lemes; Fonte: Estadão Conteúdo e GZH
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