Pelo Mundo – A polonesa Rose Girone morreu aos 113 anos em Nova York. Considerada a sobrevivente do Holocausto mais velha ainda viva, ela defendia a visibilidade das vítimas. O vice-presidente da Claims Conference, Greg Schneider, destacou a importância de preservar as lições do Holocausto.
Nascida em 1912 na Polônia, Girone se mudou para a Alemanha na infância. Em depoimento, afirmou que a ascensão de Hitler, em 1933, destruiu os planos de sua geração. Ela se casou em 1937 e estava grávida quando os nazistas levaram o marido para um campo de concentração.
A Claims Conference estima que restam 245 mil sobreviventes do Holocausto, mas esse número diminui rapidamente. Schneider alertou que a tragédia está deixando de ser memória para se tornar história, reforçando a necessidade de compartilhar suas lições.
Fonte: G1.
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