Prisão domiciliar emergencial
Cerca de 150 detentos do Instituto Penal de Charqueadas foram colocados em prisão domiciliar emergencial, monitorados eletronicamente, mas muitos acabaram em abrigos.
Monitoramento e retorno às prisões
A Susepe monitora os detentos e aguarda autorização judicial para que eles retornem a estabelecimentos prisionais.
Preocupação das autoridades
O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, expressou preocupação. Ele busca alternativas para evitar conflitos de segurança nos abrigos.
Dificuldades no monitoramento
O Sindicato da Polícia Penal (Sindppen) destaca a dificuldade no monitoramento devido à falta de energia e internet. Isso afeta a recarga das tornozeleiras eletrônicas e a fiscalização adequada.
Soluções propostas
Vicente de Azevedo, da Associação Pró Segurança do RS (Aprosergs), sugere que rondas permanentes da Polícia Penal em abrigos podem atenuar o receio das famílias sem a necessidade de segregação dos apenados. (Correio do Povo)
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