O Exército deve prestar esclarecimentos até 17 de janeiro após questionamentos da Câmara dos Deputados.
A requisição de informações foi impulsionada pelo deputado federal Gilson Marques, do Partido Novo. Ela argumenta, com base na lei de licitações, que a administração pública está proibida de adquirir artigos de luxo.
A Câmara aprovou a solicitação e destacou que a adega não é essencial para as atividades do Ministério da Defesa.
A Revista Sociedade Militar reportou que o Ministério da Defesa já foi notificado e que o Exército deve justificar a aquisição das adegas, esclarecendo questões como a finalidade, quem as utilizará, a quantidade de vinhos a ser armazenada, o valor estimado das adegas e se existem alternativas menos custosas para conservar vinhos.
A Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) determina que os itens adquiridos pela Administração Pública devem ser de qualidade comum e adequados às finalidades a que se destinam, sem excessos.



