O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não considera os atos ocorridos em 8 de janeiro de 2023 como uma tentativa de golpe. Na ocasião, apoiadores do ex-presidente Bolsonaro invadiram e vandalizaram as sedes dos Três Poderes em Brasília, pedindo a destituição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recém-empossado.
“Vândalos” e “baderneiros” insatisfeitos com o resultado das eleições
Para Hugo Motta, os atos foram conduzidos por “vândalos” e “baderneiros” insatisfeitos com o resultado das eleições, mas não configuraram uma tentativa de golpe, por não terem liderança ou apoio de instituições como as Forças Armadas. Ele destacou que, apesar da gravidade da situação, as instituições deram uma resposta rápida e seguiram funcionando, o que, em sua visão, reforça a inexistência de um golpe.
Penas mais brandas
O presidente da Câmara também defendeu penas mais brandas para os envolvidos que não participaram diretamente da destruição do patrimônio público. Ele citou o caso de uma senhora que, sem envolvimento ativo, recebeu uma pena de 17 anos de prisão, o que ele considera exagerado.
Projeto de anistia
Motta afirmou que, se caso o projeto de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro seja apresentado, ele será tratado com “responsabilidade” pelo Colégio de Líderes. A discussão sobre as consequências jurídicas para os participantes dos atos ainda divide opiniões no cenário político.

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