(João Lemes) A composição da Câmara de Santiago manteve a hegemonia dos Progressistas, fortaleceu o PL e o Partido dos Trabalhadores também está de volta. Com apenas um índio velho de campanha, que é o seu Déio, mas dá sinais de vida.
Quanto ao MDB, perdeu figuras importantes como a vereadora Eva Müller, que tanto defendia a causa animal e também era voltada para a causa da mulher e outros temas de igual relevância. Uma pena.
Mas alguém deve estar se perguntando: onde está o PDT, que mantinha sempre uma cadeira na Câmara? Pois não é que o partido finalmente acabou? Depois de nove legislaturas consecutivas do grande Nelson Abreu (falecido há pouco tempo), a sigla não fez nenhuma cadeira, tampouco um suplente.
Foi-se o nosso Nequinho (FOTO), que já pegava apenas com o toco da adaga, e com ele se vai o legado trabalhista.

Como isso foi acontecer?
O próprio PDT já criticava o seu principal rival em Santiago, que é o Progressista, porém não soube cuidar das questões internas, não soube tratar das feridas, ao menos dar uma lambidinha nelas. Deu no que deu. Foi parar na CTI e depois para a Vila Nova.
Por fim, resta lançar uma provocação de uma famosa afirmativa do grande Leonel Brizola: “A política adora a traição, mas odeia os traidores.”
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Então muito desagradável tua charme sobre o PDT faz uma charme das 4 baterias que a prefeitura comprou para a spin 0 km.
O PDT é o maior partido traidor dos brasileiros!! Um partido coligado com facção do PT!! Já devia ter acabado 🤮
Me parece precipitada uma afirmação dessas, como existência política só acontecesse com ocupação institucional, acho que o PDT tem capital humano para ser sujeito no futuro político de Santiago.