Capão do Cipó – RS – . (João Lemes) – Neste 20 de setembro, como tenho feito em outros anos, fui a Capão do Cipó, terra que amo demais, porque vi se constituir cidade.
Por lá, enxerguei vários amigos. Por exemplo, o Nenzito Reis, que sempre estava do lado de um churrasco ou de uma mangueira forte e rijo. E o homem velho já tem uns janeiros nas costas. Também vi o empresário Giovanni Diedrich e fiquei impressionado com a quantidade de veículos desfilando da sua empresa. E assim fui observando e anotando.
O que me chamou atenção foi que aquela dupla que concorreu na última eleição pelo PP, Regina Weidmann e o sargento Almeida, estava firmezita no palanque. Claro que o sargento Almeida tenho visto bastante. Mas a Regina, depois que foi derrotada na eleição pelos seus antigos partidários, eu não vi mais em lugar nenhum. Agora ressurgiu. Tá bem!
Também notei que Tatiana Ribeiro tem feito um grande trabalho na educação. É um braço forte do prefeito Adair, daqueles secretários que não precisa se incomodar. Larga e a coisa anda. Esta jovem, que tem história na política cipoense, se credencia para o futuro.
Quando vi o prefeito Adair Cardoso mostrando pilhas e pilhas de veículos, tratores e caminhões na avenida, me lembrei do seu Serafim, que levava tudo o que tinha para a avenida. E mais: puxava uma lista, mas uma lista, te falo em lista, e ficava prestando contas, como sempre. Em qualquer fala, levava aquela lista de anotação.
No microfone estava o Érico Rosado, ex-vereador e atual secretário, que não deixou a desejar. Para quem não vive do microfone todos os dias, fez um baita trabalho. E não posso deixar de falar da banda do Cras. Coisa mais linda de ver aqueles aluninhos organizados, um trabalho de inclusão. Aí vai meu abraço, meu reconhecimento às servidoras Rúbia e Carine.
Capão do Cipó não é mais o mesmo. Mudou, avançou. Claro que ainda sinto falta. Não enxerguei o Meneghini, aquele mesmo, isso, não vi. Não vi o Anselmo, não vi o Froner, não vi nem o Serafim e, claro, não vi o Neuso Batista, que sempre dizia: “Estou ali com aquela mão amiga para o pobre, para o rico. Não podemos esquecer do rico, mas é com o pobre que a gente cresce.”
Então, esses são alguns palavreados do meu velho Capão do Cipó, que sempre estou anotando. E, por fim, resta dizer que agradeço ao Serginho que distribuiu pilhas de jornais durante o desfile. Jornal Expresso, o único que circula na cidade. Se uns não gostam e ficam brabos, paciência, mas é o único. Há 33 anos, é o único. Obrigado a todos, até ao Jairo, que não botou a cara na avenida.
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