Um estudo da Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Banco Mundial e em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome revelou que desde o início do governo Lula, 3 milhões de famílias brasileiras que eram beneficiadas pelo Bolsa-Família saíram da pobreza.
Em janeiro de 2023, o programa tinha 21,7 milhões de famílias inscritas, das quais 4,5 milhões eram consideradas pobres. Em setembro, o número de famílias na pobreza entre os beneficiários caiu para 1,5 milhão, com um total de 21,2 milhões de beneficiários.
O estudo mostrou que o percentual de famílias que deixaram a linha da pobreza aumentou de 79% da população para 92%.
Em janeiro deste ano, 63,7% das famílias com crianças até 6 anos de idade estavam fora da pobreza. Esse percentual aumentou para 84% a partir de março, com o início dos pagamentos do Benefício da Primeira Infância, e chegou a 91,2% em junho, quando o novo desenho do Bolsa Família entrou em vigor. Em setembro, o percentual atingiu 92,4%.
Lula comemorou os números nas redes sociais, destacando a importância do Bolsa Família e das políticas públicas no combate à pobreza.
O estudo utilizou um valor de R$ 218 mensais per capita como referência para definir a linha da pobreza e destacou que nenhum beneficiário do Bolsa Família se encontra em situação de pobreza extrema, pois todos recebem R$ 142 ou mais por pessoa na família.
Fonte: Revista Fórum



