Valéria Appratto Dornelles, presidente do Instituto Botucatu, lamentou a falta de reação da comunidade para evitar o corte da árvore, valorizada por sua beleza e floração.
A prefeitura defendeu o CAT como um avanço turístico, financiado por uma emenda do vereador João Monteiro, que assumiu a responsabilidade pela escolha do local, mas negou saber da necessidade de cortar a árvore.
A gestão municipal ainda não se manifestou oficialmente.
O incidente levanta questões sobre a gestão de espaços públicos e a necessidade de equilibrar desenvolvimento urbano com preservação ambiental. (GZH)
SOU CULPADO!
Manifestação do vereador João Monteiro
“Sou culpado. Fui eu quem indicou o local para a Secretaria Municipal de Turismo. A área sempre foi usada para estruturas provisórias em eventos municipais, e por isso, acreditei que era vocacionada para receber o CAT. Não sabia que seria necessário abater uma árvore, confesso. A Secretaria de Turismo encaminhou tudo para as licenças e entendo que tenham feito do modo certo. O turismo é algo a ser pensado e merece investimento, pois gera emprego e renda. Peço desculpas à comunidade pelo transtorno e estou à disposição para dialogar sobre alternativas e melhorias.”