São Francisco de Assis – RS – (Região da Fronteira Oeste) – O clima é de forte expectativa e movimentação no Centro da cidade nesta terça-feira, dia 5. A sala do Júri está lotada para o julgamento de Antônio Airton Buzata Romero, de 50 anos. Ele é acusado de tirar a vida de Celi de Fátima Dicetti Cogo, de 56 anos, na época (2023) em um crime que chocou toda a região.
Brutalidade e crueldade
O fato aconteceu no Rincão dos Salbego, quando Celi foi atacada de surpresa logo após chegar do trabalho na lavoura. O crime foi cometido com requintes de crueldade, utilizando um facão. Segundo a perícia, os golpes atingiram a cabeça e o pescoço da vítima, além de quase amputarem as suas mãos. O ataque ocorreu de forma covarde, na frente do filho dela, e o réu agora responde por motivo fútil, meio cruel, recurso que dificultou a defesa e feminicídio.
Histórico de violência
Esta não foi a primeira vez que o réu atentou contra a vida da ex-companheira. Em 2020, Celi já havia sobrevivido a uma tentativa de homicídio cometida pelo mesmo sujeito, quando foi atingida por tiros no rosto. Infelizmente, em 2023, ela não teve a mesma chance de defesa. O caso atrai a atenção de todo o país, reforçando o alerta sobre o alto índice de feminicídios que o Rio Grande do Sul enfrenta.
Acompanhamento
A redação do NP acompanha de perto cada detalhe deste julgamento que mexe com a comunidade assisense e regional. O Tribunal do Júri é presidido pela juíza Taiele Balardin de Oliveira e conta com depoimentos de cinco testemunhas. Logo mais, traremos novas informações e as considerações finais sobre o desfecho deste caso que busca por justiça.
Redação, João Lemes.
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